A ex-miss Bahia Pâmela Bório bem que podia dar umas aulas a seu namorado, o prefeito e pré-candidato ao Governo do Estado, Ricardo Coutinho, de como posar para fotos. Uma reforma no visual, como cortar e pentear o cabelo, também cairiam bem, não? Do contrário, se fala-se que a Paraíba poderá vir a ter a mais bela primeira-dama do País, arrisca ter o governador mais feio.08/02/10
RICARDO COUTINHO E PÂMELA BÓRIO: FAÇA POSE E DIGA "XIS"
A ex-miss Bahia Pâmela Bório bem que podia dar umas aulas a seu namorado, o prefeito e pré-candidato ao Governo do Estado, Ricardo Coutinho, de como posar para fotos. Uma reforma no visual, como cortar e pentear o cabelo, também cairiam bem, não? Do contrário, se fala-se que a Paraíba poderá vir a ter a mais bela primeira-dama do País, arrisca ter o governador mais feio.NILO RAMALHO SE DIZ CONTRA AUMENTO DO NÚMERO DE DESEMBARGADORES NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
Deu no Paraíba1, repercutindoentrevista na Rede Paraíba Sat:
Sobre o aumento no número de desembargadores no TJ, Nilo Ramalho apresenta uma conta simples e pouco usual entre seus colegas de pleno, que em geral defendem a medida. “O salário de um novo desembargador daria para pagar os salários de quatro novos servidores. Então se a intenção seria dar mais celeridade ao Poder Judiciário, seria muito mais interessante contratar novos servidores do que novos desembargadores”, declarou.
Ainda falando sobre o pretenso aumento no número de desembargadores no TJ paraibano, Nilo Ramalho lembrou que uma medida destas acarretaria em outros gastos paralelos, para manter em funcionamento novos gabinetes no Tribunal. “Temos antes que ver se economicamente o TJ suporta este aumento de gastos”, opina.
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Nesse aspecto, Nilo Ramalho apresenta uma visão serena. Apenas ampliar o número de desembargadores não vai dar celeridade à Justiça paraibana. Se o caso é contratar, que se aumente o quadro de servidores. Esse projeto que quer mais desembargadores no Tribunal de Justiça, para mim, está mais para um luxuoso cabide de empregos. Ademais, embora respeite aqueles que atuam no poder judiciário, não dou credibilidade à Justiça nesse País. Para mim, a Justiça é tão e até mesmo mais corrompida que os outros poderes.
07/02/10
ROMERO RODRIGUES VEREADOR. VEREADOR? ESSA FOI DO PARAÍBA1
Projeto vira lei e obriga que 20% dos ônibus sejam adaptadosDa Redação
Com assessoria do vereador
A Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou e promulgou o projeto de lei que disciplina o uso de transportes intermunicipais. A partir de agora, 20% da frota de ônibus intermunicipais terão que dispor de adaptações para contemplar portadores de deficiência. O autógrafo dessa lei foi publicado na edição de sexta-feira (5) do Diário do Poder Legislativo.
A matéria, de autoria do vereador Romero Rodrigues (PSDB), foi promulgada pelo presidente da Assembleia, Arthur Cunha Lima (PSDB). As adaptações da frota intermunicipal obrigam os ônibus a ter locais com mensagens ou aviso luminosos para acomodações de portadores de deficiência visual. (...)
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O bom é que, pela notícia, um vereador teria apresentado e conseguido que fosse aprovado um projeto na Assembleia Legislativa.
MÚSICA DE DOMINGO: JAIR RODRIGUES, O MAIOR INTÉRPRETE DE 'DISPARADA'
"Porque gado a gente marca
Tange, ferra, engorda e mata
Mas com gente é diferente...
...
Na boiada já fui boi
Boiadeiro já fui rei
Não por mim nem por ninguém
Que junto comigo houvesse
Que quisesse ou que pudesse
Por qualquer coisa de seu
Por qualquer coisa de seu
Querer ir mais longe
Do que eu..."
06/02/10
ISSO NÃO É DEMOCRACIA
O voto é, com toda a certeza, uma ação democrática básica e fundamental. Não há democracia sem ele. Mas, da mesma sorte, não se faz um sistema verdadeiramente democrático apenas no ato de, bienalmente, o eleitor apertar as teclas da urna eletrônica, escolhendo seu candidato preferido. Democracia é, por semântica e princípio, poder do povo, logo, seu exercício apenas começa no voto. Esse mesmo poder, para legitimação do sistema, tem de se fazer presente ininterruptamente, na gestão da coisa pública, nas decisões tomadas por aqueles que foram escolhidos pelo povo, como seus representantes.
Isso acontece atualmente? Claro que não.
Em primeiro lugar, o voto no Brasil não é livre, pelo menos não como teria de ser. Não o é porque a manipulação eleitoreira assola o País, supostos líderes fazem negociatas políticas indicando a quantidade de votos que garantem, por ter eleitores de cabresto; títulos de eleitor são xerografados em véspera de eleição, como forma de pressão psicológica sobre pobres miseráveis que vendem seus votos em troca de consultas médicas, cestas básicas ou uma mixaria qualquer – aqui em Campina Grande, por exemplo, na primeira eleição no sistema eletrônico, um ex-vereador, então candidato à reeleição, dizia a seus eleitores-comprados que a urna tinha uma câmera que filmava em quem o sujeito votava. E muitos acreditaram.
Além desse tipo vil de coerção, há outros mecanismos mais incrementados. É o caso do próprio marketing eleitoral. Claro que não sou contra os marqueteiros e seu trabalho, mas o fato é que esse instrumento, da forma que tem sido usado, vem tornando as campanhas verdadeiras novelas, encenações ficcionais, onde muito daquilo que realmente é o candidato esconde-se sob a maquiagem que o transforma num produto quase irresistível, ainda mais ao eleitorado incauto – que é a maioria.
Assim, compramos muitas vezes gato por lebre, vencendo não quem seria de fato o melhor gestor, mas quem tem o melhor marketing. Pior é que, como um produto de mídia que a gente compra enganado e leva pra casa, mas logo dá defeito, na eleição seguinte o mesmo marketing busca nos convencer de que ele funcionou direitinho – e, às vezes, a gente acredita.
Democracia tirânica
Outra deturpação do sistema democrático vigente: votamos no sujeito, levando-o, com nosso voto, a posições e cargos de proeminência, para que ele, estando lá, torne-se nosso senhor, e nós viremos seus lacaios. A maioria treme diante da figura de um vereador, prefeito, deputado, senador, governador... imagina ante o presidente! E não são poucos os que, ocupando tais cargos, realmente agem como pequenos reis: mandam, desmandam, ameaçam – até seus familiares agem assim. Que tipo nefando não é o filhinho de papai político, doninho do mundo.
Seria isso democracia, um sistema onde, ao invés de sermos regidos por reis de trono hereditário ou ditadores escolhidos intramuros, elegemos nossos próprios opressores? Se for assim, é caso de ao menos escolhermos aqueles cujos chicotes nos aflijam menos?
Imoralidade política
Outra evidência de que temos apenas uma sombra do que deveria ser a democracia é a imoralidade que rege o processo eleitoral. Já mencionamos a compra de votos, mas é preciso aprofundar. Sabe-se que é quase impossível alguém eleger-se sem dispor de vultosos recursos para a campanha. É preciso dinheiro para mídia, propaganda, combustível, dinheiro para potencializar o marketing que transforme o candidato num produto de interesse, comprável... E, claro, fundamental é ter recursos para comprar votos e lideranças. É cruel, mas é assim, ou não?
Que democracia é essa, onde o pobre não tem a mínima chance em uma eleição, sendo esmagado como formiguinha até pelo filho de um figurão que disponha de poderio financeiro, muito embora nunca tenha movido um dedo pelo bem da sociedade? Eu afirmo a hipótese: isso não é democracia, no máximo um sistema onde, ao invés de sermos regidos por reis de trono hereditário ou ditadores escolhidos intramuros, elegemos nossos próprios opressores.
Tem jeito?
É preciso crer que sim, embora a esperança quede-se a não ser a última que morre, falecendo e deixando-nos sós neste mundo, incrédulos quanto ao futuro. Tem jeito se o povo, essa massa gigante e multiforme, adquirir consciência política, moral e cidadã. Isso é que é o difícil da história. Ainda mais sabendo todos que o sistema educacional, intencionalmente, no máximo oferece conhecimentos gerais genéricos e superficiais, não tendo a menor competência ou vontade de construir indivíduos conscientes.
Ainda mais quando a imprensa é manietada, não se permitindo o jornalismo livre, cassando-se diplomas, comprando-se jornalistas e empresas de comunicação e lançando-se no fogo quem não se venda, empurrando quem tem seriedade mas também tem barriga, filhos e contas a pagar para a tumba do silêncio, ou à escolha de um grupo a quem se apegar.
Ainda mais quando o judiciário é partícipe e conivente com a imoralidade, respaldando a canalhice dos poderosos com leis que servem aos interesses das minorias, com uma Justiça em que o povo não pode crer, porque é injusta.
Não há autêntica liberdade, logo não há democracia. Construímos um sistema que é jovem, renascido há pouco mais de duas décadas, mas desde o início eivado de vícios, deformidades e contradições insanáveis. É preciso reconstruí-lo, da base, para que possamos sonhar com uma democracia mais coerente com seus princípios elementares mais básicos. É possível? Não sei. Mas tentar é preciso, e tudo começará pela consciência. Essa é a luta.
05/02/10
VOCÊ CONHECE A ILHA DO AÇUDE DE BODOCONGÓ? NÃO?! PERGUNTE AO PARAIBA ONLINE
Açude de Bodocongó: onde estaria a ilha mesmo, hein? Corpo de homem é encontrado às margens do Açude de Bodocongó
Foi encontrado um corpo no final da tarde dessa quinta-feira, 4, às margens do Açude de Bodocongó. A vítima é José Carlos da Silva, de 40 anos, natural de Campina Grande. As informações dão conta de que ele estava trabalhando em uma ilha no açude e desapareceu.
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Em tempo, o corpo foi encontrado no Açude de Boqueirão. Lá, sim, tem uma ilha. Errou-se por pouco, uns 60km apenas.
Parece perseguição com o Paraíba Online, hein? Mas, não é. O lamentável é ver um portal com tantos acessos diários, de propriedade de um jornalista respeitável, descendo a ladeira desse jeito. Além de se limitar a repetir as notícias dadas no rádio e na TV, ainda isso tem sido feito da forma mais mal feita possível. Se liga, Ari!
04/02/10
CARTAXO SÓ TEM UM NO MUNDO, CERTO? AO MENOS É A LÓGICA DO PARAIBA ONLINE
Matéria veiculada no Paraíba Online, creditada "Redação com Ascom" (para quem, por acaso, não souber, Ascom é Assessoria de Comunicação.)Cartaxo diz que governo não pode dar aumento nem contratar
"Não é bem isso, mas é isso". A resposta inigmática do secretário estadual de Planejamento e Gestão, Osman Bernardo Dantas Cartaxo, à pergunta de um jornalista, reafirma a posição que o Governo do Estado manifestou durante todo o processo de tramitação e votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), na Assembléia Legislativa.
Não há, segundo ele, nenhuma possibilidade, "diante do atual quadro financeiro", de conceder aumento salarial aos servidores e contratar os aprovados nos concursos públicos realizados na gestão anterior. Cartaxo reforçou a principal justificativa do governo para não falar em aumento e contratações, "pelo menos por enquanto".
Segundo ele, o único impedimento é de natureza legal: a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). "Ela é impositiva. Portanto, não poderemos falar nisso (reajuste salarial e contratação de concursados) enquanto a arrecadação do Estado não permitir", sentenciou.
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O problema é que, quem publicou a matéria, vendo o título, provavelmente sem ler o texto, resolveu colocar uma imagem. E, como (em sua lógica) Cartaxo, ao menos no Governo do Estado, só pode existir um, sapecou a foto acima, do vice-governador, Luciano Cartaxo.
De qualquer forma, para quem já inventou até dia com mais de 24 horas, trocar os cartaxos não é nada.
WSCOM: QUANTO FOI O JOGO MESMO? 3 X 2, 4 X 2???
Deu no Wscom. Essa dica eu recebi por e-mail,
do meu amigo Júlio César da Cruz:

Depois de perder o clássico para o Treze no último final de semana, o Botafogo se recuperou em grande estilo e venceu o Esporte por 3x2, de virada, no estádio José Cavalcanti, em Patos. O Belo chegou a estar perdendo por 2x0, mas reagiu e saiu de campo a vitória.Entre os destaques do jogo, o artilheiro Edmundo, que marcou duas vezes e agora soma quatro no Estadual, além de Juninho Petrolina, que deu um passe magistral para Paulinho Macaíba iniciar a reação.
Com o resultado, o Belo passa a somar 9 pontos e assume a 3ª colocação, atrás apenas de Treze e Campinense, que tem 10. O Esporte de Patos segue na lanterna do torneio sem nenhum ponto marcado até aqui.O Botafogo tentou se impor no início do confronto, mas a defesa vacilou aos 6 min e o Esporte abriu o marcador. Após cobrança de escanteio, Thiago subiu livre de marcação e acertou uma forte cabeçada. A bola bateu no travessão e entrou: 1x0.
Aos 15, novas jogada de escanteio. Desta vez, Quinho apareceu na primeira trave e desviou para o fundo do gol para ampliar o placar. Dois minutos depois o Belo decidiu reagir. Depois de um belíssimo lançamento de Juninho Petrolina, Paulinho Macaíba ganhou na velocidade e tocou na saída do goleiro para diminuir.O gol animou o Botafogo que partiu em busca do empate e conseguiu aos 32 min do primeiro tempo. Val inicou a jogada pela direita e inverteu o lance para Marciano, que invadiu a área e bateu cruzado. Edmundo, quase caindo, deixou a perna para trás, o que foi suficiente para desviar a bola para dentro da rede: tudo igual no José Cavalcanti.
Na etapa final, o Belo partiu em busca da virada e aos 4 min Juninho Petrolina ajeitou na entrada da área e chutou para uma grande defesa de Alberto. A resposta do time da casa veio aos 22 min com uma cabeçada de Quinho, que passou raspando o travessão.
O jogo ficou aberto e aos 39 veio a virada do Alvinegro da capital. Marciano cobrou escanteio, houve um desvio na primeira trave e Edmundo subiu no meio para fazer o terceiro do time pessoense: 3x2. Ainda deu tempo para fazer mais um.
Em contra-ataque, Val lançou Edmundo na esquerda, que parou diante do zagueiro e rolou no meio para o mesmo Val, que bateu no canto esquerdo do goleiro e fechou o placar: 4x2.No próximo domingo, o Botafogo enfrenta o Auto Esporte no estádio Almeidão, enquanto que o Esporte pega o Nacional no clássico patoense.
Eduardo Henrique
WSCOM Online
02/02/10
MORRE ANTÔNIO VITAL DO RÊGO, FILHO DE VENEZIANO, PAI DE VENEZIANO
Na imagem acima, de meados das décadas de 1950/60, o então jovem tribuno Antônio Vital do Rêgo discursa, sob a imagem de outro grande tribuno, Félix Araújo01/02/10
IMAGEM E HISTÓRIA: 1989 - ASSEMBLEIA CONSTITUINTE DO ESTADO DA PARAÍBA
Na imagem acima (clique sobre ela para ampliar), de 1989, alguns dos deputados constituintes que trabalharam na confecção da Constituição do Estado, promulgada naquele ano. É possível observar alguns nomes ainda hoje conhecidos e atuantes na política, como o ex-vice-governador José Lacerda Neto (1ª fileira), o senador Efraim Morais (fumando que só uma caipora), o ex-secretário estadual Pedro Adelson (atrás de Efraim), o hoje suplente de senador Carlos Dunga (4ª fileira, na ponta) e o ex-prefeito Enivaldo Ribeiro (5ª fileira).Eis os 36 constituintes paraibanos (clique sobre a imagem para ampliar):
Acima, na ordem: Ademar Teotônio Leite Ferreira, Aércio Pereira de Lima, Afrânio Ataíde Bezerra Cavalcanti, Aloysio Pereira Lima, Antônio Waldir Bezerra Cavalcanti, Antônio Augusto de Arroxelas Macêdo, Antônio Ivo de Medeiros, Antônio de Medeiros Dantas, Carlos Candeia Pereira, Enivaldo Ribeiro, Ernany Gomes Moura, Egídio Silva Madruga, Efraim de Araújo Morais, Fernando Paulo Carrilho Milanez, Francisco Evangelista de Freitas, Francisco Pereira Vieira, Jáder Soares Pimentel, João Fernandes da Silva;


