17/04/09

Corrente do bem

Meu grande amigo Márcio Santana deu a dica. Anda circulando uma daquelas correntes na internet. É invenção de algum gaiato, mas bem que muita gente gostaria que fosse verdade...

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PEDIDO DE SOCORRO PARA DEPUTADOS

(Para acessar o site do autor da charge, clique na imagem)

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Por favor, repassem esse pedido de socorro urgente! À toda sociedade brasileira que puder ajudar...

O PCC, facção do crime organizado de São Paulo, seqüestrou ontem, aqui em Brasília, os 24 deputados da Câmara Legislativa do Distrito Federal. E agora estão solicitando US$ 1 milhão para sua libertação. Se não for cumprido em 24 horas, vão banhá-los com combustível e queimá-los vivos.

Estamos organizando uma coleta e necessitamos da sua ajuda! Veja o que conseguimos até agora:

- 580 litros de Gasolina Aditivada
- 320 litros de gasolina Premium
- 125 litros de diesel
- 175 de gasolina convencional
- 98 litros de Biodisel
- 38 caixas de fósforos
- 21 isqueiros
- 07 lança-chamas
- 21 isqueiros
- 108 sacos de carvão

Não mandem álcool, pois há o risco deste ser consumido pelos deputados. Aceita-se também botijão de gás.

Por favor, leia e ajude . BRASÍLIA PRECISA DE VOCÊ!!!!

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Quando o alvo for o congresso inteiro, prometo colaborar.
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01/04/09

Tão perto, tão longe

IMPRENSA E PODER:
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A OUTRA FACE DA MOEDA


O jornalista Cláudio Humberto na capa da Veja: entre amigos (?)

A polêmica envolvendo Ricardo Noblat e seu contrato com o Senado nos lembra que não é nada incomum figurões do jornalismo político acabarem passando para o lado daqueles que tanto criticavam. Assim ocorreu, por exemplo, com Franklin Martins, ex-comentarista político da Rede Globo, que atualmente responde pela Comunicação Social do governo Lula.
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O hoje ministro não passou imune a acusações, principalmente vindas de outro figurão, o controverso Diogo Mainard, que em sua coluna na revista Veja, em 2006, disse que Franklin Martins praticou tráfico de influência para conseguir cargos públicos para a mulher e o irmão, além de acusá-lo de participação na quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, que ganhou notoriedade ao testemunhar contra o então ministro Antônio Palocci.
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Já Cláudio Humberto, outro a assinar colunas de dezenas de jornais Brasil afora, festejado por sua famosa lista de fontes e capacidade de trazer informações em primeira mão, foi porta-voz de ninguém menos que o presidente Fernando Collor de Melo e, embora também não tenha sido envolvido nas denúncias que derrubaram o governo do alagoano, andou presente em capa da Veja, tendo ao lado, além do caçador de marajás, a primeira-dama Rosane Collor e o finado Paulo César Farias.
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Bem acompanhado, não?