Em entrevista ao jornalista Josusmar Barbosa, o Manso, o governador Zé Maranhão mostrou total interesse em ter Veneziano como vice. Já Ricardo Coutinho, ciente de que sozinho não ganha, nem que o rabo torça a porca, andou elogiando Cássio...
31/08/09
O QUE NOS RESERVA O FUTURO?
28/08/09
27/08/09
SUPREMAS CANALHICES - IV: SEGUINDO VOTO DE GILMAR, STF INOCENTA PALOCCI
Por cinco votos a quatro, o STF (Supremo Tribunal Federal), seguindo o voto do relator, ministro Gilmar Mendes, rejeitou nesta quinta-feira (27) a denúncia contra o deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), acusado de participação na quebra de sigilo e divulgação de dados de uma conta pertencente ao caseiro Francenildo Costa, em 2006, quando era ministro da Fazenda do governo Lula.Com a decisão, somente deve responder à ação penal o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso. Segundo o voto do relator, somente contra ele há elementos concretos de vazamento das informações bancárias do caseiro. (...)
“Não há dúvida quanto ao recebimento por Palocci dos extratos, mas não foi ele quem acessou a conta, e sim, funcionários da Caixa, autorizados por suas competências funcionais a acessar os dados", afirmou Gilmar Mendes, que também rejeitou abrir processo contra Marcelo Netto, ex-assessor de comunicação de Palocci, por violação de sigilo bancário.
O entendimento foi seguido por Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cezar Peluso e Ellen Gracie. Já outros quatro ministros -Ayres Britto, Cármen Lúcia, Marco Aurélio e Celso de Mello- votaram para receber a denúncia contra todos os acusados, entendendo haver provas suficientes nesta fase preliminar do processo.
"Palocci surge como uma figura central que teria, segundo o MP, ordenado a quebra de sigilo", afirmou Celso de Mello, que encerrou a votação após mais de seis horas de sessão. Os ministros ainda chegaram a divergir sobre o placar da votação no caso de Marcelo Netto, que acabou beneficiado pelo empate. Joaquim Barbosa e Menezes Direito estavam ausentes, em licença médica.
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Taí para que serve o STF, principalmente sob a batuta do ministro Gilmar.
26/08/09
ROOSEVELT VITA: O ANALFABETISMO DE UM SECRETÁRIO
Ante a determinação da Justiça para que o Estado remaneje os apenados em regime semi-aberto, os chamados albergados (porque vão ao presídio apenas dormir e ficam livres durante o dia), a Secretaria de Cidadania e Administração Penitenciária, chefiada por Roosevelt Vita, resolveu alugar dois galpões no Distrito Industrial que, em trinta dias, passarão a funcionar como albergue penitenciário.A decisão revoltou os moradores de bairros da região, como o Catolé, Itararé e Sandra Cavalcanti, considerados de classe média, e que preparam um abaixo assinado contra a vinda da nova vizinhança. Eles temem por um crescimento na violência no setor, principalmente ocorrências de assalto. Na semana passada, o secretário de interiorização, Assis Costa, ameaçou os moradores, dizendo que eles podem ser enquadrados na lei Afonso Arinos, numa inferência completamente imprópria, já que a lei trata de preconceito de cor.
Já ontem (25), foi a vez de Roosevelt Vita atacar os moradores reclamantes. Vita, que, assim como Assis Costa, é advogado, não mediu palavras. “Isso é um preconceito criminoso. Essa campanha é feita por pessoas desavisadas, pessoas analfabetas em matéria de sistema prisional,” atacou. Antes de qualquer análise de mérito, convém condenar, com toda a veemência, a grosseria, a soberba, a falta de respeito com as pessoas e a afronta ao direito alheio por parte do secretário.
Em segundo lugar, se Vita é o todo sabido na matéria, deve ser analfabeto no tocante à realidade. Embora tratando-se de condenados em regime semi-aberto, em meio aos centenas de albergados, pessoas que passaram anos na faculdade maior do crime, que são os presídios, não faltam inúmeros bandidos que logo deverão voltar para o fechado. Essa turma, aliás, prejudica àqueles que, de fato, encontram-se em processo de ressocialização. E não é uma turma pequena.
Vá o nobre secretário pegar o ônibus do Mutirão, no fim da tarde, que é quando os albergados chegam ao presídio, e de manhã cedo, quando eles saem, e verá o pandemônio que é. Eu já presenciei a cena. Dezenas de “quase ressocializados” intimidam motoristas e cobradores, para não pagar as passagens, soltam gracinhas para as moças e intimidam todos os passageiros. Mas o secretário, advogado ignorante em matéria de realidade, estaria importando-se com quem anda de ônibus?
Uma verdade Vita falou: todo o barulho é porque o novo albergue vai ser instalado em bairro “de rico”. Mas isso já é outro assunto, e não desqualifica a reclamação das pessoas. Reclamação que deve acontecer debalde, porque Roosevelt já avisou que, doa a quem doer, os galpões vão virar albergue.
24/08/09
ENQUANTO ISSO, NOS ESTADOS UNIDOS...

O ex-governador Cássio Cunha Lima diverte-se numa montanha-russa, conforme imagem que, para variar, teve grande repercussão nos portais de notícia do Estado. Isso, aliás, conforme também ocorreu com outra imagem, aquela onde ele aparece barbudo.
Para mim, toda essa repercussão apenas reforça a certeza de que Cássio, diante das circunstâncias, tomou a decisão mais acertada possível, ao resolver deixar a Paraíba, afastando-se do reboliço pós-cassação, do fala-fala sobre a sucessão do estadual e, principalmente, livrando-se do enfado terrível que são os babões.
De fato, creio que o que há de pior em ser um político bem sucedido não são as acusações que se recebe, nem mesmo os adversários que se enfrenta. São os babões. Porque aguentar um monte de gente, principalmente políticos de meia-cuia, jornalista e assessor babando o tempo todo, dizendo "saúde!" quando nem ao menos houve espirro, tudo motivado, claro, pelo interesse naquilo que pode lucrar via bajulação, não deve ser moleza.
Observo com espanto e asco o quanto acusações contra homens como Cássio e Veneziano, por exemplo (para citar dois nomes fortes da política campinense no Estado), parecem afetar mais seus muitos puxa-sacos que a eles mesmos. Conviver com esse tipo de gente deve ser algo insuportável, e o pior é que é preciso suportar, aturar tais figuras. Faz parte do jogo.
Mas, na liberdade que goza na terra de Obama, tenho certeza absoluta de que Cássio, em outra volta na montanha-russa, preferiria ter ao seu lado adversários como Veneziano e mesmo Maranhão que muitos dos babões que, só para não perder o costume, arrepiaram os cabelos e sentiram friozinho na barriga só de ver a imagem do ex-governador no brinquedo.
21/08/09
"CRACK: O 'CRAQUE' DO TIME DA MORTE"
Archimedes é delegado da Polícia Civil sergipana. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Publica pela Universidade Federal de Sergipe, resolveu não se limitar ao combate usual ao problema das drogas, passando a desenvolver estudos e artigos sobre o tema.
17/08/09
VOCÊ SABE O QUE HÁ EM COMUM ENTRE AS FAMÍLIAS RIBEIRO E VITAL?

A ligação entre os Ribeiro e os Vital se dá por meio da família Figueiredo. Em síntese, o bisavô de Veneziano, Salvino Figueiredo, era irmão da bisavó de Daniella Ribeiro, dona Ermelinda, ambos filhos de João Gonçalves de Souza Figueiredo* (e Joaquina Ermelinda Rodrigues de Souza Campos Figueiredo), este, portanto o trisavô do atual prefeito e da vereadora progressista.
Detalhando em linha direta:
- Vital do Rêgo (pai de Veneziano e do deputado federal Vitalzinho) é filho de Vicentina Figueiredo, filha de Salvino Figueiredo, filho de João Gonçalves Figueiredo e Joaquina Ermelinda Rodrigues de Souza Campos Figueiredo.
- Enivaldo Ribeiro (pai de Daniella e Aguinaldo) é filho de Pedro Ribeiro, filho de Ermelinda Ribeiro, filha de João Gonçalves Figueiredo e Joaquina Ermelinda Rodrigues de Souza Campos Figueiredo.
- Logo, Vital do Rêgo e Enivaldo Ribeiro são primos em segundo grau, enquanto Daniella e Aguinaldo são primos em terceiro grau de Veneziano e Vitalzinho.
15/08/09
IMAGEM E HISTÓRIA: VENEZIANO VITAL DO RÊGO - O AVÔ E O NETO
À direita, o neto Veneziano Vital do Rêgo (de nome completo Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto), em santinho da campanha à Prefeitura campinense em 2004. Conhecido popularmente como o “Cabeludo” ou, simplesmente, “Vené”, foi eleito ao vencer Rômulo Gouveia por uma diferença de apenas 791 votos, 101.900 contra 101.109.
Foi o primeiro da família Vital do Rêgo a conseguir ganhar uma eleição para prefeito em Campina. Antes dele, além do avô, Major Veneziano, o pai, jurista Vital do Rêgo, já havia tentado duas vezes e, em ambas, perdeu para Ronaldo Cunha Lima: em 1968, 13.429 votos contra 8.415, e em 1982, 40.679 a 28.625.
Já o irmão, Vitalzinho, disputara uma vez como candidato a vice de Enivaldo Ribeiro (1996) e outra como candidato a prefeito (2000), eleições vencidas por Cássio Cunha Lima.
Além destes nomes, porém, é preciso lembrar que a árvore genealógica do prefeito campinense, pelo sangue da avó paterna (dona Vicentina Figueiredo), contém figuras de peso da política paraibana, como Argemiro Figueiredo, que foi senador e governador, mas também derrotado em eleição para prefeito, em 1951, quando perdeu para Plínio Lemos (13.989 votos, contra 11.127). Bento Figueiredo, irmão de Argemiro, até foi prefeito de Campina Grande, durante alguns meses de 1935 e, depois, de 1938 a 1940, mas na condição de interventor, e não por via eleitoral.
Veneziano, pela veia materna, ainda é neto do ex-governador da Paraíba, Pedro Moreno Gondim, que governou a Paraíba de 1958 a 1966 e morreu em julho de 2005.
(À esquerda, Pedro Gondim; à direita, Argemiro de Figueiredo)
Aos 22 anos, em sua primeira disputa eleitoral em Campina Grande, no ano 1992, concorrendo a uma vaga na Câmara de Vereadores pelo PST, Veneziano ficou entre os cacarecos, com apenas 301 votos. Quatro anos depois, no PDT, foi eleito com 2.128 sufrágios. Na eleição municipal seguinte, em 2000, pelo mesmo PDT, elegeu-se com o apoio de 3.485 campinenses.
Dois anos depois, em decisão conjunta com o irmão – e maior companheiro – Vitalzinho, resolveu-se que este disputaria a Assembléia Legislativa do Estado, enquanto Veneziano concorreria à Câmara Federal. A decisão provocou uma crise familiar, porque o pai dos dois, o ex-deputado Antônio Vital do Rêgo, também saiu candidato a deputado federal. O rompimento fez com que o jurista, na eleição de 2004, apoiasse de palanque o adversário do filho. Mas, eleito prefeito, Veneziano restabeleceu a paz familiar, nomeando o pai para função municipal, e ambos estiveram juntos na campanha de 2008.
Com referência ao pleito de 2002, embora não eleito para a Câmara Federal, Veneziano foi o 17° mais votado no Estado, com 44.732 sufrágios (o pai, Vital do Rêgo, teve apenas 8.376 votos). Do total obtido, 23.022 foram recebidos em Campina Grande, o que fez de Veneziano o segundo mais votado na Cidade, atrás apenas de Ronaldo Cunha Lima – vencedor disparado, com quase 41 mil votos. Outro detalhe interessante é que o jovem vereador campinense foi votado nos 223 municípios da Paraíba. Mesmo com votações pequenas, como em Vista Serrana, onde recebeu 01 voto, São José do Brejo Cruz (03 votos), Santa Teresinha (04 votos) e Poço Dantas (05 votos), a lembrança do nome do campinense era uma demonstração do crescimento de sua personalidade por todo o Estado.
A estratégia de Vitalzinho, que foi eleito deputado estadual, deu certo: fizera do irmão um nome forte para a disputa da prefeitura de Campina Grande, em 2004. (Enquanto cobria, pelo Jornal da Paraíba, o voto de Veneziano na eleição do ano passado, na Faculdade de Comunicação da UEPB, ouvi de Vitalzinho, em uma conversa informal que o hoje deputado federal - o mais votado em 2004 - nem deve lembrar, a seguinte frase: “Eu me realizo com o sucesso dele”.)
14/08/09
ARTHUR QUER SER GOVERNADOR

Nos dois primeiros casos, foram empossados os segundos colocados (José Maranhão e Roseana Sarney, respectivamente). Já para o Tocantins, cujo acórdão da cassação do governador foi publicado esta semana, a determinação foi de eleições indiretas na Assembléia Legislativa. A diferença pode provocar reviravolta na Paraíba e no Maranhão, já que os três casos são semelhantes.
E DAÍ?
Particularmente, vejo com maus olhos essa judicialização eleitoral. Claro que crimes, como o abuso de poder político que levou à cassação dos três governadores, devem ser punidos severamente. Mas não com a reversão do resultado das urnas, e jamais quando os eleitos já passavam da metade dos mandatos. Isso é péssimo para a administração pública e desestabiliza o Estado. A Justiça brasileira tem que adotar outras medidas. Acredito que, casos assim, devem ser punidos com decisões que prejudiquem o futuro político do condenado, e não o presente administrativo estadual, pondo em risco a coletividade.
Não vejo legitimidade no Governo de José Maranhão. Nem veria caso Arthur Cunha Lima se tornasse governador, se a determinação de eleições indiretas para o Tocantins for repetida na Paraíba – e ele, realmente, seja o eleito, o que não é certeza total, simplesmente porque, em política, não existe certeza total sobre futuro. Mas, bem ou mal, se a decisão valer para o Tocantins, tem que valer para a Paraíba.
E aí seria mais para mal que para bem mesmo. Imagine para onde iria a estabilidade administrativa na Paraíba com uma nova reformulação total do Governo, quando a atual ainda nem está completamente concluída.
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Texto publicado como sugestão, via e-mail, do meu amigo Felipe Dionísio, o pentecostal
12/08/09
DICA PARA OUVIR: DOCUMENTO VERDADE

Nas matérias, mais que meramente enforcar aspectos usuais abordados no cotidiano jornalístico, tenho buscado um ponto central: contar histórias de vidas, dar destaque à pessoa e seu relato. Por isso mesmo, tenho certeza que as reportagens são bastante agradáveis de serem ouvidas.
E novidades virão!
11/08/09
PROBLEMAS NOS ARQUIVOS DE SOM
Bem, pessoal. O servidor que usávamos para postar áudios, como os usados na seção Documento Verdade, parece ter sido hackeado. Por conta disso, os áudios estão momentaneamente indisponíveis. Mas estamos na labuta para providenciar outro servidor melhor, o quanto antes. 08/08/09
IMPRENÇA (DE NOVO)

No sábado, o portal Wscom parecia querer dar uma ajudinha ao Campinense, após mais uma derrota do time na Série B, desta vez para o Vasco. Na manchete principal e no título da matéria, o portal dizia que a derrota foi por 3x2. Dentro do texto da notícia, contudo, falava em 3x0 – que corresponde à realidade dos fatos. Ninguém do portal viu isso? Aliás, a "impressão" que tenho, lendo nossos portais, é de que não se relê o que é escrito - e ninguém lê o que o outro escreve.
Correio: A mulher que cuspiu o prefeito
Diz o primeiro parágrafo da matéria: “Uma mulher que a Polícia identificou apenas como sendo Josicleide foi detida nesta quinta-feira (6), em Mamanguape, por haver cuspido o prefeito da cidade, Eduardo Carneiro de Brito”.
Já pensou? Tem gente que cospe sangue, tem gente que cospe catarro... Essa senhora cospe prefeito!
06/08/09
POESIA: MADRUGADA INSONE

Uma música triste rasga o silêncio
E a guerra ecoa em alvoroço
- Guerra em mim
Há uma combustão de sentimentos
Há um paradoxo de sonho e desencanto
Há um grito que não ressoa
Há uma lágrima que não cai
Há palavras que me fogem
Nada cabe no descritível
Uma nota aguda – torpor
A alma que se comove
Quero o pranto de acalento
Quero lavar a angústia com as lágrimas
Quero bradar aos céus
Quero uma pena de termos inefáveis
A gravar no papel minh’alma
Nada! A música cessa
O silêncio reverbera suas notas graves
A tristeza, a guerra, o grito, a lágrima
Ao nada!
Aos sonhos, aos desencantos
Às noites, às madrugadas vindouras
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Lenildo Ferreira
05/08/09
"IMPRENÇA"
PORCARIA - PARTE II

Acho que só não acordei melhor mesmo porque perdi duas preciosas horas da minha vida assistindo ‘Ensaio sobre a cegueira’, filme de Fernando Meireles, baseado em livro homônimo de José Saramago. Esse camarada, ganhador do Nobel, a meu ver é, na verdade, uma mente obscura.
04/08/09
PORCARIA

03/08/09
20 ANOS SEM GONZAGÃO - E O BESTEIROL DO SUPRASSUMO CULTURAL HODIERNO
Ontem, dia 2 de agosto, a morte do rei do baião, Luiz Gonzaga, completou exatos 20 anos. Numa matéria do Jornal da Paraíba, uma "enquete" ouviu seis intelectuais da cultura (???), para confirmar qual a canção do velho Lua é mais lembrada. Conforme o resultado, a partir da opinião dos sabe-tudo culturais, a música mais lembrada seria "Assum Preto".Asa Branca, parceria de Gonzagão e Humberto Teixeira, autêntico hino do Nordeste, nem figurou entre as mais citadas pelo sexteto. Pudera. Esses intelectualóides que aplaudem o Rei do Baião pouco ou mesmo nada têm a ver com ele e aquilo que representou e representa para a nossa cultura. Luiz Gonzaga era o homem do povo emocionando a todas as classes, cantando a alma do nordestino, a simplicidade do sertanejo, a verdadeira força da nossa cultura.
Enquanto isso, a trempe intelectual que conhecemos escreve e compõe titica de galinha, numa produção ininteligível, acima dos pobres mortais não iniciados nas quase impenetráveis subjetividades da “elite” cultural, onde, para se entender uma simples poesia (poesia?), é preciso fazer doutorado em pós-modernismo. Para mim, isso também é lixo cultural. E lixo não reciclável – porque é merda que nem serve para adubo.
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Em tempo: José Nêumanne Pinto explicou suas escolhas:
“Não vou mandar uma lista das cinco mais importantes, mais relevantes e tal, mas as que me emocionam até hoje quando ouço”, e complementa: “Asa branca é a única concessão à canção seminal. Não por ser seminal, mas por ser absurdamente linda”.



